quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Arqueólogos adventistas são destaque na IstoÉ

A revista IstoÉ desta semana traz matéria sobre o trabalho de arqueólogos brasileiros, dois dos quais adventistas: os doutores Rodrigo Silva e Jorge Fabbro. Leia aqui alguns trechos da reportagem: "Fazia 40 graus à sombra, debaixo de uma tela de plástico perfurada em Monte Sião, Jerusalém. Corria o último mês de julho e cerca de 50 titulados acadêmicos de diferentes partes do mundo distribuíam picaretadas nessa porção de terra sagrada, onde ficava a residência de Caifás, o sumo sacerdote que presidiu os dois julgamentos de Jesus Cristo. Todos haviam trocado de bom grado o ar-condicionado de suas salas nas universidades para suar sob o sol escaldante da cidade santa, em busca de tesouros históricos.

No meio dessa turma um brasileiro, professor de arqueologia, com um chapéu à Indiana Jones na cabeça, lutava contra uma tendinite no braço esquerdo provocada por uma inflamação na coluna cervical. Aos 54 anos, o paulista Jorge Fabbro, teólogo com mestrado em arqueologia pela Andrews University (EUA), não queria abandonar a terceira expedição da qual participava em Israel. Além de atender às preces do professor Fabbro, Deus deu o ar da graça a todos os seus colegas de empreitada.

A escavação da qual participavam resultou em uma das maiores descobertas da arqueologia bíblica deste ano: uma taça de pedra, datada do século I d.C., na qual estão escritas dez linhas, possivelmente em aramaico ou em hebraico. Trata-se de um código secreto, ainda misterioso, formado por algumas letras redigidas de cabeça para baixo e frases de trás para a frente. Uma relíquia do tipo, suspeitam os pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte que capitaneavam a missão, pode ter sido usada por Jesus para se lavar ritualmente antes da última ceia.

Não existe na história de Israel nenhum vaso ritual com inscrição tão extensa quanto este. "Infelizmente não fui eu quem deu a picaretada para tirá-lo do chão", lamenta-se, em um primeiro momento, o professor Fabbro. "Mas o prazer de tocar em um objeto que ninguém tinha visto em dois mil anos é indescritível."

Saciar o espírito aventureiro, próprio do herói da série "Indiana Jones", e contribuir com a ciência motivam alguns arqueólogos brasileiros a deixar de lado os livros e o conforto do lar para, no Exterior, sujar as mãos de terra em busca de objetos raros. Não é tarefa fácil. Em 2007, o professor mineiro Rodrigo Pereira da Silva, especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, escavou na Jordânia.

Como os trabalhos em sítios arqueológicos começam cedo por causa do calor, passou um mês acordando às 4h da manhã. Com um turbante na cabeça e munido de trena, pá, picareta, colher de pedreiro, vassoura e pincel, ele dava expediente em uma camada de terra do período persa datada do século VI a.C. até a hora do café, às 8h.

Duas horas e meia mais tarde, Silva, que leciona no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), almoçava no alojamento próximo dali, onde ele e outros colegas dormiam. À tarde, o sol castigava e não havia escavação. A labuta, porém, não parava. Com um balde de água e escova de dente, os pesquisadores tinham de lavar os achados.

Com algumas poucas mudanças, esse foi o ritual de Silva, 39 anos, nas seis expedições que constam de seu currículo. "É um trabalho gostoso, no qual não existe a síndrome da segunda-feira", afirma o professor, que descobriu uma estatueta datada entre 10 mil a.C. e 5 mil a.C., hoje exposta no museu de Shaar ha Golan, em Israel.

Empoeirar-se em terras sagradas do Oriente Médio - o professor Fabbro conta que a cada dois dias de trabalho joga-se fora uma camiseta e uma calça - custa caro e, na maioria dos casos, é bancado pelo próprio acadêmico. Silva desembolsou cerca de R$ 10 mil na missão da Jordânia. Fabbro, que se inscreveu e foi selecionado pela Universidade da Carolina do Norte, contou com o patrocínio de R$ 20 mil da Universidade Santo Amaro (Unisa), na qual leciona, para passar seis semanas em Jerusalém. (...)

"[O] arqueólogo Fabbro, que chegou a escavar com caças israelenses sobrevoando sua cabeça, brinca ao citar a maior das aventuras dessa profissão fascinante: 'Dividir o quarto com colegas. Até Ph.D. ronca!'"

Jorge Fabbro. Idade: 54 anos. Formação: teólogo e advogado, mestre em arqueologia pela Andrews University (EUA). Expedições: Israel (nas cidades de Tel Dor, Megiddo e Jerusalém). Descobertas: taça de pedra com uma inscrição de dez linhas usada por sacerdotes do primeiro século do cristianismo. É o vaso ritual que apresenta a inscrição mais extensa da história de Israel. Escama de bronze de 700 a .C. que fazia parte da couraça de um guerreiro.





Rodrigo da Silva. Idade: 39 anos. Formação: teólogo, filósofo e doutor em teologia bíblica. Fez pós-doutorado em arqueologia na Andrews University (EUA), além de cursos de arqueologia na Universidade Hebraica de Jerusalém. Expedições: escavações em Israel, Jordânia, Sudão e Espanha. Descobertas: uma estatueta do período neolítico, datada entre 10000 a. C. e 5000 a. C., hoje exposta no museu de Shaar ha Golan, em Israel, e três moedas gregas raras.

Diz a profecia:
(Apocalipse 16:13-14) – E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta (1, 2) vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso.

A Trindade do Mal na profecia é chamada de DRAGÃO, BESTA E FALSO PROFETA. A Bíblia descreve 6 animais (países) que dominariam o mundo desde a antiguidade até a segunda vinda de Jesus.

Veja o estudo completo em PDF ou POWER POINT.

Em resumo, a Bíblia descreve os seguintes animais/ países

1) Leão = Babilônia (608- 538 AC)

2) Urso – Medos e Persas (538- 331 AC)

3) Leopardo = Império Grego (331 – 168 AC)

4) Animal Terrível = Império Romano (168 AC – 476 DC)

5) Besta de 7 cabeças (Apocalipse 13) = Papado/ Igreja Católica Romana (538-1798 = 1260 anos)

6) Besta semelhante ao cordeiro (Apocalipse 13) = Estados Unidos da América (1798 até o Fim do Mundo).

O entendimento de milhões de pessoas ao redor do mundo que foram guiadas pelo ESPÍRITO SANTO, é que o Dragão simboliza as doutrinas de Lúcifer em seu estado puro e mais facilmente indentificável: no caso, o espiritismo e todas as demais ideologias de fundo oriental que negam que Jesus seja o Criador do Universo e o Deus-Filho que habitou entre nós.

A Besta que se refere Apocalipse 16:13 seria o QUINTO IMPÉRIO, ou a primeira besta de Apocalipse 13. É o símbolo do papado e todas as suas falsas doutrinas que levam seus seguidores a perdição eterna.

O Falso Profeta é um outro nome dado a segunda besta de Apocalipse 13: simboliza politicamente a nação americana e toda suas promessas de riqueza e felicidade material (quando Deus promete que o mundo terá um fim) e por outro lado o protestantismo que se afastou de Deus (corrompido pelo ecumenismo e 3 ideologias satânicas: as promessas de riqueza material [teologia da prosperidade], a santidade dominical e a imortalidade da alma, que se contrapõem ao 4° mandamento celestial (Exodo 20:8-11) e ao ensino da Ressurreição dos Mortos).

Catolicismo, Protestantismo e Espiritismo
unidos ao redor do falso messias.

Estas 3 religiões irão aos REIS DO MUNDO pedir a morte dos santos que obedecem a Jesus. Na sociedade atual isso não é possível. Então em que contexto isso ocorrerá?

Isso ocorre após a promulgação de leis religiosas no ocidente que levam a perseguição velada dos que amam Jesus. Por causa destas leis injustas, DEUS ENVIARÁ as 7 Pragas de Apocalipse 16 ao mundo. A ida dos líderes católicos, espíritas e protestantes aos Reis do mundo será uma retaliação por causa da queda das 7 Pragas da mesma maneira que Faraó mandou o exército atrás dos hebreus por causa da queda das 10 Pragas no Egito. Biblicamente a ida dos líderes religiosos às nações em busca de vingança é essencialmente a SEXTA Praga, que precede a segunda vinda.

Para saber mais procure uma IGREJA ADVENTISTA DO 7° DIA mais próxima de sua casa! Que Deus te abençõe! E que você esteja entre aqueles que resistirão e vencerão o Dragão, a Besta e o Falso Profeta. Amén.

(Apocalipse 15:2) – E vi um como mar de vidro misturado com fogo; e também os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus.

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “Perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica [só faltou dizer religiosa], e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O Sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o Sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o Sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas – algumas das que falavam da nova era glacial – que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias da Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Depende de como se mede.

Mede-se errado hoje?

Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

O senhor está afirmando que há direcionamento?

Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

Então o senhor garante existir uma manipulação?

Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os países fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Os fluxos naturais dos oceanos, pólos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto as emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões? Não vai mudar absolutamente nada no clima.

O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem das queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, início de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

E quanto ao derretimento das geleiras?

Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

Mas o mar não está avançando?

Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, com menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa. [Interessante: quando há consenso científico numa direção, ainda que a opinião não seja consensual e os fatos mostrem outra coisa, os discordantes sempre são hostilizados. Ocorre o mesmo com os teóricos do design inteligente e os criacionistas. – MB]

(UOL)

Nota: Pode ser realmente que não exista aquecimento global (ou pode ser que o papel antropogênico esteja sendo bem exagerado), mas uma coisa é certa: existe interesse global político/religioso nessa bandeira. Clique no marcador “ECOmenismo”, abaixo, e saiba mais sobre isso.[MB]

Papa reafirma que só igreja pode interpretar a Bíblia

O papa Bento XVI reiterou com firmeza, em um encontro com estudantes e professores do Pontifício Instituto Bíblico, que apenas a Igreja Católica pode interpretar “autenticamente” a Bíblia. “À Igreja é destinado o trabalho de interpretar autenticamente a Palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo”, defendeu o papa, ao se reunir com cerca de 400 estudantes, funcionários e docentes em comemoração aos cem anos da fundação da entidade pontifícia. Bento XVI também destacou que, sem a fé e a tradição da Igreja, a Bíblia torna-se um livro “lacrado”. “Se as exegeses querem ser também teologia, é preciso reconhecer que a fé da Igreja é aquela forma de simpatia, sem a qual a Bíblia torna-se um livro selado: a tradição não fecha o acesso à Escritura, mas, sobretudo, o abre”, disse.

De acordo com o pontífice, “por outro lado, é da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura”, sendo esta “uma única coisa a partir de um único povo de Deus, que tem sido seu portador através da história”.

“Ler a Escritura com união significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e acreditar na fé da Igreja como a verdadeira chave da interpretação”, explicou Bento XVI.

O papa relembrou também que o aumento do interesse pelo livro sagrado católico [sic] no decorrer deste século ocorreu graças ao Concílio Vaticano II, especificamente à constituição dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina.

Entre os presentes na reunião estavam o prefeito da Congregação para a Educação Católica, cardeal Zenon Grocholewski, e o padre Adolfo Nicolás Pachón, da Companhia de Jesus.

(Estadão)

Nota: Nada de novo. Ao mesmo tempo em que o papa prega o ecumenismo (união das igrejas), deixa claro que a primazia pertence à sua igreja. Como assim só a Igreja Católica pode interpretar a Bíblia? Quando Jesus sugeriu que é boa coisa examinar as Escrituras (Jo 5:39), não estava falando para católicos. Quando João, no Apocalipse, afirma que são bem-aventurados aqueles que leem (Ap 1:3), também não tem em vista leitores católicos, já que essa igreja ainda não existia. Na verdade, o correto é deixar que a Bíblia interprete a si mesma. Nada de “tradição”, visão institucional ou coisa que o valha. A Palavra é para todos e está ao alcance da compreensão de todos. Essa postura dos líderes católicos não é de hoje. É como escreveu Ellen White, há um século: “Roma jacta-se de que nunca muda. Os princípios de Gregório VII e Inocêncio III ainda são os princípios da Igreja Católica Romana. E tivesse ela tão-somente o poder, os colocaria em prática com tanto vigor agora como nos séculos passados. Pouco sabem os protestantes do que estão fazendo ao se proporem aceitar o auxílio de Roma na obra da exaltação do domingo. Enquanto se aplicam à realização de seu propósito, Roma está visando a restabelecer o seu poder, para recuperar a supremacia perdida” (O Grande Conflito, p. 581). Pelo menos uma vantagem o Concílio Vaticano II teve: estimulou os católicos a lerem a Bíblia. Talvez o papa esteja preocupado com essa abertura, já que o êxodo de seu rebanho para outras igrejas não para de se acentuar.[MB]

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Mistérios da História

Pergunta a um professor de história se ele ou ela consegue explicar isto... Mas eu penso que não vão conseguir.


Abraham Lincoln

John F. Kennedy

Abraham Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846.
John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946.

Abraham Lincoln foi eleito Presidente em 1860.

John F. Kennedy foi eleito Presidente em 1960.

Ambos se preocupavam muito com, sobretudo, os direitos civis.
Ambas as suas esposas perderam crianças enquanto habitavam a casa branca.

Ambos os Presidentes foram assassinados numa sexta-feira.
Ambos os Presidentes levaram um tiro na cabeça.

E agora é que se torna mais estranho:



O secretário de Lincoln chamava-se Kennedy,
O secretário de Kennedy chamava-se Lincoln.



Ambos foram assassinados por alguém dos estados do sul.


Ambos os Presidentes foram sucedidos por um homem do sul chamado Johnson.

Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.

John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839...

Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939...



Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus 3 nomes.
Ambos os seus nomes eram formados por 15 letras.

E agora, te segura:



Lincoln foi assassinado num teatro chamado "Ford"


Kennedy foi assassinado num carro da marca Lincoln, feito pela "Ford"


Lincoln foi assassinado num teatro e o seu assassino correu para um armazém para se esconder.


Kennedy foi assassinado a partir dum armazém e o seu assassino fugiu para um teatro e escondeu-se lá.

Booth e Oswald foram assassinados antes do seu processo.

E aqui vai a cereja no topo do bolo:


Uma semana antes de Lincoln ser assassinado, ele esteve em Monroe, no estado de Maryland

Uma semana antes de Kennedy ser assassinado, ele esteve com Marilyn Monroe.

02 Outubro 2009

VATICANO EXPRESSA O DESEJO DE FAZER CALAR TODOS QUE FALAM CONTRA ELES - DE VOLTA À IDADE MÉDIA


O representante da Santa Sé no Conselho de Direitos Humanos da ONU, D. Silvano Tomasi, considerou que a liberdade de expressão não deve chocar com a liberdade religiosa.

O caminho aponta em direcção a uma implementação global das normas existentes para proteger o direito à liberdade de religião e de crença, a um uso sábio da liberdade de expressão, a uma maior sensibilidade em relação ao direito de expressar convicções religiosas”, em público ou em privado, individualmente ou em grupo, afirmou D. Tomasi.

Só Falam em Sábado!

Autor: Prof. Gilson Medeiros

Acho que todo Adventista já ouviu frases do tipo:

"Os Adventistas só pregam sobre o sábado"
"A Igreja Adventista não fala em outro assunto além do sábado"
"Os Adventistas são iguais aos fariseus, pois fazem do sábado sua tábua de salvação"

E por ai vai...

Porém, o curioso é que não são os Adventistas que falam incessantemente acerca do sábado. Na verdade, são aqueles que não obedecem a Deus os que fazem deste tema sua única "tecla".

Já perdi as contas dos inúmeros e-mails que me enviam questionando a crença Adventista com relação ao 4º mandamento. Tem uns que não se tocam, e ficam repetindo sempre as mesmas bobagens, sem qualquer fundamento bíblico. Nestes casos só tenho uma resposta: silêncio... afinal, tenho mais o que fazer.

Recentemente recebi uma lista de "perguntas" de um leitor do blog (pena que não lêem os textos com sinceridade e desejo de serem libertos pela Bíblia), no qual ele achava que estava colocando em "xeque" a minha fé. Estas pessoas gostam de usar expressões assim: "Quero ver vocês responderem!", ou "Duvido que os Adventistas consigam responder estas perguntas"... alguns são tão tolos que dizem assim: "Deixe Ellen White de lado e responda pela Bíblia"... rsrs. Como dizia o prof. Luiz Nunes, em suas memoráveis aulas do Seminário: Toda ignorância é atrevida!

Vou transcrever algumas destas perguntas (quem for Adventista a mais tempo verá que é a mesma lenga-lenga de sempre), com as respostas que eu apresentei na ocasião.

1. O sábado era um mandamento solene ou não?
O sábado era um mandamento tão importante quanto os outros 10. Ou será que não?
Todos eram mandamentos solenes, pois esta palavra significa, conforme o dicionário Michaelis: “1. que se celebra com pompa e suntuosidade. 2. Acompanhado de cerimônias públicas e extraordinárias; magnífico, pomposo. 3. Que infunde respeito; grave, majestoso”; portanto, o sábado é sim um mandamento solene, pois merece respeito e santidade de nossa parte. Em diversos versículos há a citação da solenidade do sábado: Êx. 31:15; Êx. 35:2; Lev. 23:3; Lev. 23:32, entre outras.
Curiosamente, no hebraico, a palavra traduzida por “solene”, nos versos de Êx. 31:15 e 35:2, por exemplo, é a palavra “shabbathown”, que significa o repouso semanal do sétimo dia, dedicado a YHWH (Jeová).

2. Qual o sentido espiritual do sábado?
Esta pergunta é respondida também no mandamento de Êxodo 20. Vejamos o que diz o texto:
Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.” (grifos acrescentados).

Veja que a razão pela qual Deus instituiu o sétimo dia para ser santificado foi para que permanecesse continuamente a certeza de que Ele é o Criador. Já imaginou como seria nosso mundo se, semanalmente, as famílias se reunissem (como fazem os Adventistas) para relembrar aos filhos a grandeza da Obra criadora de Deus? Certamente não existiriam tantos delinqüentes e ateus em nosso mundo.

Outro sentido espiritual para o sábado é o mesmo dos outros 9 Mandamentos: lembrar que o Senhor nos libertou da escravidão (Êx 20:1-2). No nosso caso, da escravidão do pecado. Também em Deut. 5:14-15, o Senhor coloca especialmente sobre o sábado esta lembrança da libertação que Ele concedeu ao Seu povo, permanecendo o sábado como um memorial eterno de gratidão ao nosso Criador, Redentor e Mantenedor. Nenhum outro dia da semana traz estes sentidos tão firmemente alicerçados na Palavra, quanto o sábado do sétimo dia.

3. Os Adventistas acendem fogo em dia de sábado para preparar alguma comida?
Esta pergunta demonstra grande ingenuidade, ou desconhecimento da história bíblica.
A passagem na qual o Senhor orientou Seu povo a não acender fogo no sábado foi Êx. 35:3. Eu pergunto:
a) Onde o povo estava nesta ocasião? NO DESERTO.
b) Naquela época, em pleno deserto, o fogo era aceso da maneira como o acendemos hoje, com os fogões modernos de que dispomos hoje? É ÓBVIO QUE NÃO.
c) Era tão fácil acender um fogo naquela época, tendo que buscar lenha, triscar pedras, soprar, abanar, etc.; quanto o é hoje num simples ligar de botão no fogão atual????

Deus não estava condenando o acender o fogo por si só. É muito claro ver isso... O que Deus estava querendo impedir era que o povo não perdesse as horas SAGRADAS do santo sábado indo em busca de lenha e na trabalhosa tarefa de acender o fogo e mantê-lo aceso.

É claro que os Adventistas hoje acendem o fogo para aquecer a comida no sábado, pois isso não exige tempo nem esforço de nossa parte. Porém, a comida já foi preparada com antecedência (desde a sexta-feira), como era orientação do nosso Senhor Jesus Cristo, de que a sexta seja o dia da preparação para o santo sábado (Luc. 23:54).

Além do mais, a proibição não se refere a acender fogo para preparar alimento (Êx 35:3). Tenho certeza de que todos sabem que no deserto o povo não se preocupava em buscar o alimento, pois o Senhor fazia chover diariamente o maná do céu para alimentar o Seu povo. Curioso notar que SOMENTE NO SÁBADO o maná não chovia (Êx 16:22-36). Deus quis ensinar Seu povo durante 40 anos que é Ele, E SOMENTE ELE, quem nos sustém. Por isso, os Adventistas não têm receio de santificar o sábado, mesmo sendo o melhor dia para comércio, feira, fábricas, etc., porque sabemos que o Senhor é o mesmo, e não muda (Malaq. 3:6), e ainda hoje Ele sustém o Seu povo fiel.

4. Em que texto bíblico os adventistas se fundamentam no Novo Testamento para justificar a guarda do sábado?
Esta é uma boa pergunta... Algumas pessoas, talvez por inocência ou falta de conhecimento profundo da Bíblia, acham que só é válido do Antigo Testamento aquilo que aparecer com as mesmas letras no Novo. E usam este argumento para dizer que o sábado não tem valor por não ser citado no Novo Testamento exatamente como o é no Antigo.

Interessante notar que este mesmo argumento não é utilizado pelos adversários do sábado para questionarem outras doutrinas que são próprias do AT, mas não são “repetidas” palavra-por-palavra no NT. Dois exemplos bem fáceis de perceber são o dízimo e a adoração de imagens. Onde aparece no NT a repetição do mandamento de não adorar imagens, do jeito que está em Êx 20:4-6???? E sobre o dízimo... onde encontramos no NT a repetição do preceito do dízimo, do jeito que está em Núm. 18 e Malaq. 3:8-10, por exemplo???? Não vejo NENHUM pastor evangélico ou padre questionar a devolução do dízimo, somente porque não repete-se o mandamento no Novo Testamento.... Por que será???? Por que utilizam um argumento para questionar o sábado, e não utilizam o mesmo argumento no tocante aos dízimos???? Procure saber com o pastor de sua igreja...

Mas, vamos à resposta à pergunta que, como disse anteriormente, é muito boa...
O sábado fazia parte da própria vida do povo de Deus, apesar de toda a carga que o homem colocou sobre este belo mandamento. Jesus não Se preocupou em repetir o mandamento do sábado, porque não era necessário, pois TODOS já o guardavam, mesmo que alguns o faziam erroneamente. O que Jesus fez foi trazer de volta o princípio do sábado - um tempo dedicado EXCLUSIVAMENTE a Deus e ao próximo, em situações especiais.

Os que insistem em pregar que o sábado passou, e que os cristãos estão hoje desobrigados de sua observância, afirmam apoiarem-se nos ensinamentos de Jesus ou dos apóstolos para justificarem tal mudança na Lei. Mas Jesus realmente ensinou que o sábado não mais deveria ser guardado? Aboliu o Senhor este mandamento, e colocou o domingo em seu lugar, como o dia de adoração para os cristãos? Convido o senhor a, de coração contrito para receber a iluminação do Espírito Santo, analisar o que diz a Palavra do Senhor, pois o sábado aparece mais de 60 vezes no Novo Testamento. Vamos analisar agora as passagens dos evangelhos que tratam sobre o sábado (clique aqui e leia o estudo completo).

5. Já que os adventistas dizem que o sábado foi substituído pelo domingo, pretendo saber quem o substituiu?
Já vimos que a mudança não ocorreu por determinação de Jesus ou qualquer dos santos apóstolos. Gradualmente, a heresia foi sendo introduzida na Igreja cristã, à medida que os apóstolos morreram e os seus sucessores viram na conversão de pagãos influentes uma maneira de fugirem da perseguição que oprimia os discípulos de Jesus.

Vemos que o sábado NUNCA foi deixado de lado por completo, pois SEMPRE existiram comunidades que permaneceram fiéis à Palavra de Deus, não aceitando as determinações dos imperadores e reis sobre as novas tradições religiosas - um bom exemplo foram os Valdenses, que guardavam o sábado durante a Idade Média, escondidos em montanhas e cavernas.

Aproveito para informar ao senhor que o primeiro não-católico a conseguir o título de Doutor em Teologia pela Universidade do Vaticano foi Samuele Bachiochi, um professor adventista que fez sua tese de doutorado exatamente demonstrando a mudança do sábado para o domingo, e PROVANDO que não houve base escriturística para tal mudança, mas que ela foi executada baseada UNICAMENTE na autoridade que a Igreja de Roma arroga ter sobre a cristandade.

A tese do Dr. Bachiochi foi tão INQUESTIONÁVEL (como toda boa tese doutoral) que o papa teve que reconhecer que o estudo estava correto, e que ele merecia receber o título de Doutor em Teologia, pois DEMONSTROU COM TODOS OS ARGUMENTOS que o sábado não foi mudado por Jesus ou pelos apóstolos, mas pelos homens que posteriormente tomaram o poder sobre a Igreja cristã e a uniram ao Estado Romano.

6. Devemos adorar a Deus em dia de sábado ou em espírito e em verdade?
Esta é uma pergunta que a Bíblia responde muito bem. Quero que o senhor analise um verso bíblico que mostra o que Deus pensa sobre esta “adoração” que rejeita a Sua autoridade como Senhor sobre a humanidade: “o que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável” (Prov. 28:9). Se o senhor conhecer alguém que está “desviando os ouvidos” de ouvir a santidade da Lei de Deus, advirta-o em nome de Jesus..

Deus é tão correto com Sua Palavra (por isso podemos confiar nEle) que nem mesmo a oração daqueles que insistem em rejeitar Sua Lei, que é a norma pela qual todos seremos julgados (Tiago 2:12), Ele atende...

Viu como é sério?!
Então, estou certo de que Deus deseja ser adorado NO SÁBADO do sétimo dia, em espírito e em verdade, porque uma coisa não pode excluir outra.
Se Deus disse que é para adorar no sábado, e já mostrei inúmeras passagens que provam isso, então É PARA ADORAR EM DIA DE SÁBADO SIM....

7. Com qual base escriturística os adventistas provam que a aliança do sábado foi feita com todas as nações?
Acredito que esta pergunta também já foi respondida. Porém, apenas para confirmar, temos o relato de Gên. 2:1-3, o relato de Isaías 56 (que considero muito forte), a vida dos apóstolos de Cristo (especialmente no livro de Atos) e as passagens de Apocalipse 12:17 e 14:12, que mostram CLARAMENTE que o povo de Deus que estará vitorioso nos últimos dias é aquele que GUARDA OS MANDAMENTOS DE DEUS, e o único lugar em que encontramos estes mandamentos é em Êx. 20:3-17 - e bem no centro está o sábado.
Mais claro que isso, impossível!

Na próxima pergunta o senhor "inquiridor" muda radicalmente de assunto. Aliás, esta é uma tática muito utilizada: quando a argumentação contra a doutrina adventista se mostra deficiente, eles automaticamente mudam de tema, tentando confundir o fiel servo de Deus. Se o Adventista demonstra que tem total domínio do tema, e não se deixará confundir, então a tática final é partir para a agressão, seja verbal ou até física. Quem já deu estudos bíblicos sabe do que estou falando!

8. Onde os adventistas se respaldam na Nova Aliança para justificar a idéia de não comer carne nem camarão?
Primeiro precisamos clarear uma coisa: o que é a Nova Aliança? Qual seu objetivo? Foi para salvar o homem dos seus pecados, ou para “purificar” as carnes que o Senhor considerou imundas no passado?

A questão de comer ou não carne, seja ela imunda ou não, não tem que ver com a Aliança de salvação que o Senhor Jesus instituiu com o homem. Esta é uma questão de saúde, de qualidade de vida. As pesquisas médicas mais recentes demonstram que o estilo de vida adventista tem feito deste povo um dos mais saudáveis DO MUNDO. Uma revista secular (a National Geographic), que não tem nada a ver com os adventistas, publicou recentemente uma matéria especial sobre o estilo adventista de viver, e identificou os adventistas que seguem as orientações de saúde como um dos grupos de maior longevidade e vitalidade do planeta. Não fomos nós que dissemos... foram cientistas americanos.

A Bíblia é muito clara quando o Senhor diz que abençoa com saúde aqueles que seguem Suas orientações para uma vida mais saudável (Êx. 15:26). Os índices de câncer, infartos, hipertensão, diabetes, derrames, etc., entre os adventistas QUE SEGUEM OS PRINCÍPIOS DE SAÚDE, são mínimos... basta dar uma olhada na seção de falecimentos da Revista Adventista... praticamente só morrem adventistas por velhice ou acidentes.

Eu acredito que ninguém vai concordar com a idéia de que a morte de Jesus na cruz do calvário teve como objetivo purificar o porco, o camarão, a cobra, o cachorro, o cavalo, etc.... eu não creio que alguém em sã consciência afirme algo tão absurdo....

Jesus morreu para pagar o preço pelos nossos pecados, para nos redimir, e nos conceder acesso novamente ao Trono da Majestade do Céu. A Sua morte na cruz é o ÚNICO meio pelo qual podemos ser salvos, pois somente através dela podemos ser cobertos pela graça imerecida que Deus concede ao pecador arrependido.

O que isso tem que ver com carne de animais???????????????? É óbvio que NADA.....

A Nova Aliança veio trazer salvação ao pecador, unicamente pela fé nos méritos salvíficos de Cristo, que derramou Seu precioso e inocente sangue na cruz do calvário, levando sobre Si a condenação pelos pecados que nós cometemos, condenação esta que nos levaria à morte eterna.... porém a Aliança da Sua Graça nos redime, e nos dá oportunidade de justificação e salvação eternas.

Os alimentos considerados imundos CONTINUAM sendo imundos... em nada mudou isso. As carnes de animais imundos (conforme Lev. 11) continuam impróprias para nosso consumo, pois permanecem IMUNDAS do mesmo jeito.... não creio que Jesus morreu na cruz apenas para que eu estivesse livre para comer uma suculenta feijoada ou bife de carne de porco, moqueca de camarão, ou seja lá o que for.... meu Jesus é muito mais precioso do que isso.... Seu sacrifício teve um alvo infinitamente mais elevado do que a purificação de animais.... teve como alvo a minha salvação, a minha redenção.... e serei eternamente grato a Ele por isso.

Alguns adventistas preferem não comer nenhum tipo de carne, porque entendem que a dieta que o Senhor deu para o homem não possuía esse alimento. Basta ler com atenção o livro de Gênesis (1:28-31). Para o homem, Deus deu as sementes e as frutas... e para os animais Ele deu as ervas. A carne só passou a fazer parte da dieta depois do dilúvio, e vemos que foi a partir de então que a idade (e conseqüentemente a saúde) do ser humano foi se deteriorando cada vez mais. Quantos anos viveram aqueles que não comeram carne????? Leia em Gên. 5.

Os adventistas cuidam do corpo (alimentação, exercício físico, repouso, etc.) por 2 motivos principais:
1. Porque isso nos dá mais saúde para trabalhar melhor para o Senhor e para nosso sustento.
2. Porque a Bíblia é clara em dizer que nosso corpo é o TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO, e que não devemos introduzir no corpo nada que venha a torná-lo doente e contaminado (cf. 1Cor. 3:16-17; 6:19-20).

OBS.: Uma das passagens bíblicas mais mal compreendidas sobre alimentação na Nova Aliança é Atos 10. Clique aqui e relembre o que ela realmente significa.

A questão da alimentação não é uma “tábua de salvação”, ou seja, não é a abstenção de alimentos imundos que nos torna mais justos diante de Deus. Porém, uma vez que nosso corpo é o “templo” ou “santuário” do Espírito Santo, é necessário tomar todo o cuidado para não contaminar tal templo, e isso se dá através de reconhecer, aceitar e viver as orientações que o Senhor zelosamente revelou em Sua Palavra acerca desse tema (cf. 1Cor. 6:19-20).

Os Adventistas têm sido abençoados grandemente por viverem uma vida em conformidade com a Palavra de Deus, mesmo em questões impopulares e ridicularizadas, como o é o assunto da alimentação em nossos dias, principalmente no meio “evangélico”.

Portanto, TUDO o que sabemos que não é saudável e que contamina nosso corpo com doenças, deve ser evitado por aquele que deseja estar sempre preparado para receber o batismo diário do Santo Espírito.

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As respostas que apresentei foram mais elaboradas, pois o espaço aqui no blog não se harmoniza com textos muito extensos.

“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:31-32).

Este negócio de acreditar na existência de um inferno eterno de fogo a queimar os "impenitentes" está mesmo arraigado na mente dos professos cristãos de nosso tempo.

Junto com a crença da santidade do domingo, a crença na existência deste lago de fogo eterno (fruto da heresia da imortalidade natural da alma) está no rol das grandes heresias semeadas pelo diabo no Cristianismo. Infelizmente muitos se deixaram enganar! (Gên. 3:4).

Hoje de manhã, enquanto aguardava o programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios, passei por um canal onde um líder neo-pentecostal (que se intitula de "apóstolo" e fundou sua igreja "mundial" depois de brigar com a liderança de outra igreja "universal"), usava o texto da parábola do Rico e Lázaro para defender que os que rejeitaram a Deus serão atormentados, ETERNAMENTE, no lago de fogo do inferno. Ele dizia: "todo sofrimento que vocês passarem aqui, seja o câncer, a AIDS, uma doença incurável, nada se compara aos tormentos que os perdidos passarão durante toda a eternidade no inferno". Então, ele citava o exemplo do "rico" da parábola, que pedia um pouco de água ao mendigo que havia chegado ao Céu (clique aqui e entenda a parábola).

As pessoas ouviam aquelas heresias com um ar de medo e apavoramente estampado em suas faces, provavelmente dizendo em seus corações: "Deus me livre de ir para o inferno, sofrer desse jeito para todo o sempre!".

Assim como este "apóstolo", há muitos pregadores modernos que distorcem a Bíblia e ensinam verdadeiros absurdos doutrinários, maculando o caráter santo de Deus. Eu mesmo recebo muitos e-mails de professos cristãos INDIGNADOS porque eu coloquei aqui no blog um estudo que mostra que o inferno, como eles pregam, não existe (reveja). É uma pena que a Bíblia seja interpretada por estas pessoas sob o ponto de vista da filosofia grega, PAGÃ e, muitas vezes, DIABÓLICA.

Quero ratificar a certeza que tenho de que não haverá este tal lago de fogo e enxofre a arder eternamente (creio que ele existirá, porque a Bíblia assim o diz, mas não posso jamais crer que permanecerá queimando por toda a eternidade), apresentando algumas perguntas que os "infernistas" não têm como responder biblicamente.

1. Se a parábola do rico e Lázaro deve ser entendida literalmente (cf. Luc. 16:20-31), então o inferno e o céu são tão próximos que as pessoas (salvos e perdidos) terão contato entre si durante a eternidade?

2. Como a eternidade seria um local de gozo e paz eternas (cf. 1Cor. 2:9), se continuássemos mantendo este contato macabro com nossos parentes, filhos, pais, amigos, vizinhos, etc., que não se salvarem e que nos procurarem constantemente para lhes "molhar a língua"?

3. Se a palavra "eterno", referindo-se ao fogo, significa que ele arderá para sempre, como fica a declaração bíblica de que Sodoma e Gomorra foram destruídas pelo "fogo eterno" (cf. Judas 1:7)? Se assim o fosse, não seria para haver um lugar na face da Terra (onde estas cidades estavam situadas) com uma tocha de fogo inextinguível?

4. Se Deus não destruirá de uma vez por todas o pecado, mantendo o diabo e seus seguidores no inferno eterno, então como podemos dizer que a morte foi vencida e "destruída" (cf. 1Cor. 15:26)? Como crer que o diabo foi vencido e destruído, se ele continuará vivo por toda a eternidade? Com esta crença herética do fogo ardendo eternamente, o diabo sairá como o grande vencedor!

5. Se as pessoas que morreram em Cristo já estão no céu (como os que defendem o inferno afirmam), então qual a necessidade da ressurreição (cf. João 5:29)? Por que elas precisariam deixar o céu, voltar para o corpo sepultado, ressuscitar e novamente retornar para o céu? Será que é por causa deste "dilema doutrinário", impossível de ser resolvido, que não se vê muita pregação sobre a ressurreição nas igrejas cristãs que crêem no estado consciente dos mortos?

6. Como o Universo entenderia a justiça de Deus, se Ele condenasse um adolescente, por exemplo, a uma eternidade de tormentos infernais, como punição (ou "vingança" como recentemente me escreveu alguém inconformado com minha fé) por 13, 14, 15 ou 16 anos de pecado? Nem mesmo os tribunais humanos, enlameados por denúncias de corrupção, politicagem e outros erros, são tão implacáveis! Quanto mais um Deus que a Bíblia diz que é só amor e justiça (cf. 1Jo 4:7-16)!

7. Se já recebemos a recompensa logo por ocasião da morte, como querem os infernistas, como será que Lázaro, irmão de Marta e Maria, deve ter se sentido depois que Jesus o ressuscitou (cf. João 11)? Segundo a heresia pregada nas igrejas cristãs, ele foi chamado de volta para este mundo de pecado e sujeiras depois de ter experimentado 4 dias de "glória" no Céu. Perceberam o absurdo de se crer no paganismo grego?! Prefiro ficar com a Bíblia!

8. Se a Bíblia é claríssima em dizer que os mortos não sentem, nem sabem nada (cf. Ecles. 9:5-6), como, então, alguém pode defender que os mortos sofrerão atormentados pelos pecados dos quais não se arrependeram? Como harmonizar o que a Bíblia diz nestes versos com o que o tal "apóstolo" ensinou baseado na parábola de Lucas 16? Se os mortos não sabem mais nada, como que o "rico" da parábola estava tão preocupado com seus parentes? Mais uma vez, prefiro ficar com a Bíblia, e crer na morte como um "sono" (cf. Jo 11:11-14), afinal parábola é parábola e não se deve interpretar literalmente!

9. O tal "apóstolo" também ensinou que somos imortais, por isso viveremos, no céu ou no inferno, eternamente. Como harmonizar isso com a declaração de que SOMENTE DEUS é imortal (cf. 1Tim. 6:16)? Como harmonizar esta declaração herética do cristianismo moderno, com a afirmação bíblica de que quem peca "morre" (cf. Ezeq. 18:4 e 20)?

10. Se a Bíblia sempre usa expressões do tipo: "consumirá", "extinguirá", etc., para se referir a este fogo eterno, como posso crer que as pessoas continuarão "vivas" para sempre? (cf. Malaq. 4:1). Se a Bíblia diz claramente que não restará "nem raiz nem ramos", como eu posso crer que o fogo continuará ardendo? Afinal, é a "chama" do fogo que é eterna, ou suas "consequências" é que o são?

Por enquanto é só...

Quem desejar fazer comentários, ou responder às questões (sem achismos, blá-blá-blá, "me disseram" ou a velha lenga-lenga de criticar Ellen White e os Adventistas), fique à vontade.

"E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras" (Apoc. 21:4-5).

Educação social e noticiários da TV

A mídia (rádio, TV, jornais, revistas, etc.) exerce poder de influência social muito grande, para o bem ou para o mal, positiva ou negativamente. Em 18 de setembro de 1950, foi levado ao ar o primeiro programa de TV no Brasil e a audiência era muito seleta. Havia apenas 200 aparelhos no País, todos importados pelo empresário Assis Chateaubriand, dono da TV Tupi. Tida como luxo nos anos 50 e 60, a televisão se popularizaria nas décadas seguintes. Em 2002, o IBGE levantou que em torno de 43 milhões de lares no Brasil possuíam pelo menos um aparelho de TV (cerca de 40,5 milhões a cores e 4,8 milhões em preto e branco). Em 2007, encontrou-se que no Brasil, na área urbana, 96,3% dos domicílios e 77,8% na zona rural possuíam TV a cores.

Um dos programas de TV mais assistidos no País é o noticiário. Milhões de brasileiros assistem diariamente as notícias do País e do mundo nos telejornais. Fiz uma pesquisa assistindo aos telejornais da Rede TV, Record, Bandeirantes, Globo, SBT. Assisti o Rede TV News em 23 e 24 de setembro. O Jornal da Record em 28 e 29 de setembro. O Jornal da Band em 17 e 21 de setembro. O Jornal Nacional em 16 e 22 de setembro. E o SBT Brasil em 23 e 24 do mesmo mês, todos em 2009. Alguns deles pude assistir no mesmo dia, devido ao horário diferente em que são apresentados.

Fiz uma lista te temas das notícias, classificando-as como positivas, negativas e neutras, e com os temas: Economia, Política, Religião, Meteorologia, Esportes, Saúde, Acidentes, Violência, Turismo, Vida Social, Indústria, Comércio, Educação. Economia envolvia queda ou aumento de preços, inflação, impostos, empregos, bolsa de valores, taxas de câmbio, etc. Política envolvia obras públicas, decisões boas ou ruins para o povo, corrupção, fraudes, etc. Notícias sobre religião podiam ser milagres, fanatismos, exploração da fé dos outros, etc. Meteorologia anunciando o clima, previsão do tempo. Esportes mostrando resultados de competições, fraudes em clubes, etc. Saúde com informações de novos avanços na ciência médica, epidemias, medicamentos novos, erros médicos, inaugurações de serviços de saúde públicos, etc. Acidentes envolviam notícias sobre enchentes, terremotos, tornados, catástrofes em geral. Violência incluía roubos, furtos, mortes, abusos variados, guerras, greves com violência, etc. Turismo incluía roteiros de viagem, etc. Vida Social falava de moradias, condomínios, coleta de lixo, etc. Indústria relatava novos produtos, novas fábricas, produtos falsos, etc. Comércio indicava descontos, fraudes, contrabando, lojas, etc. Educação incluía notícias sobre novas escolas e cursos, vestibulares, Enem, fechamento de escolas, falta de professores, etc.

Abaixo veja a estatística em que está listado o número total de notícias nos dois dias do telejornal de cada rede de TV e especificado em porcentagem somente as categorias sobre violência junto com acidentes (só notícias negativas) e saúde junto com educação (só notícias positivas), nas datas acima referidas:

Bandeirantes – 62 notícias gerais. Violência e acidentes: 33,87%. Saúde e educação: 6,45%.

Globo – 40 notícias gerais. Violência e acidentes: 37,5%. Saúde e educação: 2,5%.

SBT – 33 notícias gerais. Violência e acidentes: 27,27%. Saúde e educação 6,06%.

Record – 57 notícias gerais. Violência e acidentes: 49,12%. Saúde e educação: 5,26%.

Rede TV – 105 notícias gerais (várias foram muito rápidas). Violência e acidentes: 52,38%. Saúde e educação: 2,85%.

Se juntarmos todos esses telejornais dessas cinco redes de TV naquelas datas (total de dez telejornais) e compararmos as notícias negativas sobre violência e acidentes (positivas poderiam ser resgates de pessoas perdidas numa floresta, sobrevivência de alguém num acidente de carro, prisão de bandidos, etc.), as positivas sobre educação e saúde, e o total geral de todos os temas das notícias positivas e negativas, o resultado é:

Notícias negativas sobre violência e acidentes: 43,09%
Notícias positivas sobre saúde e educação: 4,37%
Notícias positivas sobre todos os temas: 19,19%
Notícias negativas sobre todos os temas: 61,27%
Não foram computadas as notícias neutras.

A Associação Mundial de Psiquiatria prevê que em 2020 a depressão será a segunda doença no planeta. Segundo a Associação Mundial da Saúde, cerca de 121 milhões de pessoas sofrem de depressão hoje no mundo. No que a mídia pode contribuir para ajudar a população quanto à saúde, educação e diminuição da violência e acidentes? Oferecendo programas de prevenção em saúde e educação com base em fontes científicas confiáveis e sem conflitos de interesses. A sociedade está não só assustada, mas perdendo gravemente a esperança. Perda de esperança tem que ver com depressão, violência, deseducação, acidentes. Quem se interessa em anunciar notícias que ajudem a população a ter esperança?

Piloto anuncia presença da Bíblia do "Siga a Bíblia"


Durante o voo 1352, Rio-Belo Horizonte, o comandante do Boeing 737 Hélio Milagres anunciou a presença da Bíblia especial do projeto "Siga a Bíblia". Além de informar a temperatura, altitude e condições de voo, o comandante informou que na quarta-feira, 7 de outubro, a Bíblia seria recebida pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. O piloto desejou paz e sucesso aos organizadores. Clique aqui para ouvir. Desde que a Bíblia saiu das Filipinas, em outubro do ano passado, ela tem suscitado o respeito por onde passa. No trecho São Paulo-Manaus, os passageiros aplaudiram com entusiasmo quando o comandante do voo disse ser muito “honroso ter a bordo Bíblia tão ilustre, que viaja pelo mundo”. No dia 5, à saída do voo 1217, Vitória-Rio, aconteceu algo quase semelhante. Ao perceberem a presença da Bíblia, os passageiros interessados começaram a fazer perguntas.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Cérebro supera computadores

Cientistas da Universidade de São Francisco e do Instituto Salk juntaram esforços para responder à questão “Em que medida é que o cérebro se compara com os nossos melhores computadores?” Como seria de esperar, e sem surpresa alguma, o cérebro sobrepõe o melhor dos computadores em quase todas as áreas. O tipo de linguagem que os cientistas usam no artigo é uma linguagem de design. Eles falam de instruções embebidas nos circuitos, informação, design das sinapses, redundância informativa, e falam ainda na capacidade cerebral de processar 100 bilhões de instruções por segundo. No fim, os cientistas admitem que o cérebro é construído segundo princípios de engenharia. A sua estrutura pode ser comparada com a dos nossos computadores, mas o cérebro é bem mais eficiente.

A análise feita é boa, mas muito mais poderia ser dito. Poder-se-ia dizer que, enquanto nossos melhores computadores são practicamente imóveis, o cérebro foi criado numa plataforma móvel. Além disso, o cérebro tem a capacidade de se auto-regenerar em caso de danos mas os computadores não. Se o computador apanha líquidos é o seu fim, mas, como se pode verificar durante as férias, água na nossa cabeça não danifica o cérebro.

O que os evolucionistas querem que nós acreditemos é que esse computador biológico, móvel, à prova de água, auto-reparador, com capacidade de executar milhões de operações por segundo, com capacidade de aprender novas funções, criou a si próprio através de múltiplos erros genéticos e do acaso (sem nenhuma Mente Inteligente por detrás). No entanto, ninguém tem problemas em reconhecer que os bem menos eficientes computadores que nós criamos são obras de design inteligente.

Embora os adventistas do sétimo dia nos EUA sejam mais lentos para adotar nova tecnologia pessoal do que o público em geral, estão em posição de “ponta” quanto ao evangelismo internético, sugere pesquisa apresentada nesta semana durante uma conferência global sobre a abordagem da igreja à tecnologia. Mas enquanto a Igreja Adventista avança no uso da internet, somente um quarto das congregações adventistas na América do Norte têm uma conta de e-mail, constatou o pesquisador Paul Richardson durante uma pesquisa com 6.000 igrejas. A exposição de Richardson esteve entre as dezenas de outras apresentadas durante a conferência anual sobre evangelismo internético global, realizada nesta semana.

Os adventistas nos EUA são geralmente mais velhos do que o público em geral, o que pode explicar a tendência, declarou Paul Richardson, diretor-executivo do Centro para Ministério Criativo para a Igreja Adventista na América do Norte, falando durante a Conferência da Rede de Evangelismo Internético Global (GiEN).

No Brasil, a integração de Web de coordenação de mídia social e estudos bíblicos da Igreja Adventista está atraindo milhares de solicitações para visitas pessoais. Desafortunadamente, a igreja é somente capaz de atender menos de um quarto das solicitações. “Isso, eu penso, é instrutivo para nós aqui na América do Norte”, declarou Richardson. “As pessoas estão em busca de conexão e desejam edificar confiança.” A conferência do GiEN atraiu 120 especialistas adventistas em websites, comunicadores e administradores de todo o mundo, que se reuniram em Orlando, Florida, de 9 a 11 de setembro, para discutir novos meios de conduzir o trabalho de alcance empregando tecnologias internéticas.

“Isso é para ajudar a inspirar as pessoas, dando-lhes treinamento e oferecendo uma visão global mais ampla para compartilhar ideias e experiências”, explicou Williams Costa Jr., coordenador da conferência e diretor-associado de Comunicação para produção de mídia na sede mundial da Igreja Adventista, em Silver Spring, Maryland.

No passado, a igreja se mostrou lenta em tirar vantagem da internet, disse Jobson Santos, coordenador de evangelismo internético para o centro de mídia da igreja, no Brasil. “Levou oito anos para iniciar um departamento de internet em nosso centro de mídia, mas a igreja está finalmente avançando nisso”, ele aduziu. “Estamos agora investindo tempo e dinheiro necessários.” (...)

Em vista de que mais de 70 por cento dos visitantes potenciais pesquisarão o website de uma congregação antes de escolher assistir os trabalhos dessa igreja, uma forte presença online é vital, disse Richardson. (...)

domingo, 30 de agosto de 2009

Oceanos podem estar escondidos dentro da Terra

Estudos medindo a eletrocondutividade no interior do planeta indicam que talvez haja imensos oceanos sob a superfície da Terra. A água é um condutor extremamente eficiente de eletricidade. Por isso, cientistas da Oregon State University, nos Estados Unidos, acreditam que altos níveis de condutividade elétrica em partes do manto terrestre - região espessa situada entre a crosta terrestre e o núcleo - poderiam ser um indício da presença de água. Os pesquisadores criaram o primeiro mapa global tridimensional de condutividade elétrica do manto. Os resultados do estudo foram publicados nesta semana na revista científica Nature.

As áreas de alta condutividade coincidem com zonas de subducção, regiões onde as placas tectônicas - blocos rígidos que compõem a superfície da Terra - entram em contato e uma, geralmente a mais densa, afunda sob a outra em direção ao manto. Geólogos acreditam que as zonas de subducção sejam mais frias do que outras áreas do manto e, portanto, deveriam apresentar menor condutividade.

"Nosso estudo claramente mostra uma associação próxima entre zonas de subducção e alta condutividade. A explicação mais simples seria (a presença de) água", disse o geólogo Adam Schultz, coautor do estudo.

Apesar dos avanços tecnológicos, especialistas não sabem ao certo quanta água existe sob o fundo do mar e quanto dessa água chega ao manto. "Na verdade, não sabemos realmente quanta água existe na Terra", disse um outro especialista envolvido no estudo, o oceanógrafo Gary Egbert. "Existem alguns indícios de que haveria muitas vezes mais água sob o fundo do mar do que em todos os oceanos do mundo combinados."

Segundo o pesquisador, o novo estudo pode ajudar a esclarecer essas questões.

A presença de água no interior da Terra teria muitas possíveis implicações. A água interage com minerais de formas diferentes em profundidades diferentes. Pequenas quantidades de água podem mudar as propriedades físicas das rochas, alterar a viscosidade de materiais presentes no manto, auxiliar na formação de colunas de rocha quente e, finalmente, afetar o que acontece na superfície do planeta.

Se a condutividade revelada pelo estudo for mesmo resultado da presença de água, o próximo passo seria explicar como ela chegou lá. "Se a água não estiver sendo empurrada para baixo pelas placas, seria ela primordial? (Estaria) lá embaixo há bilhões de anos?" [sic], pergunta Schultz.

"E se foi levada para baixo à medida que as placas lentamente afundam, seria isso um indício de que o planeta já foi muito mais cheio de água em tempos longínquos? Essas são questões fascinantes para as quais ainda não temos respostas."

Os cientistas esperam, no futuro, poder dizer quanta água estaria presente no manto, presa entre as rochas.

Este estudo teve o apoio da Nasa, a agência espacial americana.

(G1 Notícias)

Nota: Embora muitos adeptos da teoria diluvianista afirmem, baseados em evidências geológicas, que os montes não tenham sido tão altos no mundo antediluviano e que as fossas oceânicas também não devam ter sido tão profundas, e que se a Terra fosse mais ou menos planificada poderia ter havido água suficiente para cobrir vastas extensões de terra, essa nova pesquisa poderá responder à pergunta que insiste em não calar na mente e na boca de muitos opositores do modelo diluvianista bíblico: Para onde foi toda a água do dilúvio? Quem sabe não esteja aí a resposta?[MB]